O valor universal da água, no que diz respeito à sobrevivência da Humanidade e à importância que tem por exemplo para as questões energéticas e da regeneração do corpo, obriga a que cada um de nós deva tomar esse recurso como finito e o preserve em todas as formas de utilização. As cidades que o têm como recurso económico e identitário devem saber potenciá-lo como desenvolvimento, contribuindo assim para o desígnio universal. Este é um espaço de estas e de outras águas. De todas as águas.

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2010-12-08

A Garrafa do Futuro

Imagem e texto retirados da edição de hoje do semanário Sol

Cientistas da Cambridge Consultants desenvolveram a i-dration, uma garrafa de água para praticantes de fitness que lhe diz quando precisa de beber água. Através de uma combinação de sensores este aparelho comunica com uma aplicação instalada no seu smartphone. A garrafa mede a temperatura ambiente, quanta água perdeu através do exercício e a quantidade da mesma que já ingeriu. A aplicação instalada no smartphone vai medindo o ritmo cardíaco e a quantidade de esforço que já dispensou no exercício, dizendo posteriormente quando necessita de repor os níveis de água baseada nos dados recolhidos. Caso haja algum desequilíbrio, uma luz azul acende-se a dar a indicação do nível baixo de H2O.

2010-12-05

Caldas da Rainha, de cidade com termas a cidade termal?

Imagem: "Não cuidar do nosso mais notável património é o reflexo espelhado de quem dele não cuida", slide do power-point: lago do Parque D. Carlos I, espelhando os Pavilhões do Parque, Jorge Mangorrinha.

A convite do Conselho da Cidade, ontem estive nas Caldas da Rainha para o segundo debate do ciclo organizado por aquela associação para a cidadania. Partilhei a mesa com o Dr. João de Almeida Dias e o Prof. Fernando Catarino, moderando-nos o Dr. Mário Gonçalves, a quem este tema não é obviamente estranho.
Sob o título "Caldas da Rainha, de cidade com termas a cidade termal?", iniciei esta intervenção com uma pergunta: O que é uma Cidade Termal?
Sabemos como as cidades e estâncias termais, com as suas características próprias, são espaços intrinsecamente de saúde e lazer. Mas há outras coisas, porque através dos tempos ganharam outras funções e outros desempenhos estratégicos.
Na sua essência, o sistema formado pelos recursos naturais e valores patrimoniais constitui um traço estruturante da paisagem e da ambiência das cidades termais. Desde logo, a salvaguarda nas melhores condições do perímetro de protecção termal relativamente às captações de água subterrânea. A determinação, delimitação e fixação dos perímetros de protecção a montante da captação dependem das características hidrogeológicas e constituem actos de natureza complexa. Exige-se que nesses perímetros sejam tomadas as mais exigentes medidas de prevenção e protecção, eliminando ou evitando possíveis focos de poluição. Caso contrário, é posto em causa o futuro da actividade termal, dado que a poluição de um aquífero é, por vezes, irreversível ou de regeneração difícil.
Uma cidade termal é um ecossistema, cujo modelo de desenvolvimento se suporta num recurso essencial – a Água –, que é simultaneamente produto primário, competitividade e marca identitária, traço indelével tanto ou mais do que noutro território, noutra paisagem, integrando, além do mais, recursos abióticos, bióticos e culturais. Trata-se, pois, de um sistema urbano. Não mais um núcleo à parte dentro da cidade. E é como tal que deve ser planeado e vivenciado.

2010-08-28

O Paradoxo da Água

Imagem: logótipo de Saint-Gervais-les-Bains

Surpreendentemente, outras águas podem pôr em risco a sobrevivência de uma estância de águas francesa. Efectivamente, um lago até agora escondido nas montanhas ameaça a vila de Saint-Gervais-les-Bains, que fica junto do Monte Branco, o ponto culminante dos Alpes. A vila tem 3.000 habitantes e é frequentada por aquistas e alpinistas. O volume de água deste lago é equivalente a 26 piscinas olímpicas, ou seja, cerca de 65.000 metros cúbicos de água, o suficiente para produzir uma tromba de água e destruír tudo à volta, durante 15 a 30 minutos. Por isso, estão a ser colocados tubos que deverão descer a 80 metros de profundidade para drenar o primeiro foco de água. As temperaturas mais elevadas podem ter contribuído para a criação do lago, mas uma recente onda de frio foi responsável pelo congelamento nas rotas naturais de drenagem da montanha.
Não deixa de ser paradoxal que a água, como elemento fundamental para a economia desta terra, quer seja pela água mineral natural para utilização terapêutica, quer para recreação na neve, possa fazer perigar, de súbito, a integridade física, humana e de todas as espécies vivas aí existentes.

2010-08-14

O Preço da Água

A propósito da questão relacionada com o aumento do preço da água potável, parece que há uma directiva comunitária que vai no mesmo sentido da entidade reguladora em Portugal, que é procurar que os custos sejam suportados pelo consumidor, até por uma questão de concorrência em termos comunitários.

"42% de aumento no preço da água ao domicilio é uma brutalidade que só tem paralelo com o que se passou em Portugal no tempo dos Filipes, com o imposto conhecido como o “real da água” que os portugueses tinham que pagar à coroa espanhola para financiar o simples facto de se ir buscar águas às fontes naturais e/ou públicas. O problema da União Europeia e o do Euro, é que os portugueses pagam que nem alemães, e ganham que nem marroquinos. Para isto, mais vale sair do Euro e vivermos a nossa própria realidade. Esta coisa de a gente obedecer às leis da concorrência, num mercado onde os rendimentos excluem a concorrência e funcionam à margem dela, é a maior falácia da União Europeia."

Concordo plenamente!
Mas também são essenciais comportamentos de poupança deste recurso vital e já finito.

2010-06-21

O Maior Reservatório de Água

Há semanas que a notícia circulava em todo o mundo. O maior reservatório mundial de água subterrânea foi encontrado na região Norte do Brasil, segundo investigadores da Universidade Federal do Pará.
De acordo com estes especialistas, a reserva do Aquífero Alter do Chão (na imagem, a rosa escuro) é mais significativa que o próprio Aquífero Guarani, até então considerado o mais importante recurso hídrico descoberto no Brasil e na América do Sul. A extensão superficial do Aquífero Guarani (1,1 milhão de quilómetros quadrados) é maior que a do Alter do Chão (ainda sem dados precisos), mas as espessuras do segundo são mais representativas, o que resultará em maior volume de água, talvez superior a 86.000 quilómetros cúbicos. De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente brasileiro, a reserva do Guarani está calculada em 30 mil quilómetros cúbicos.
Esta descoberta representa um potencial estratégico de água para o Brasil e para a Humanidade.

2010-05-17

As Mulheres e a Água

Amanhã, na Fundação Calouste Gulbenkian, o Grupo Género e Água, formado por várias entidades de investigação, como o Instituto de Ciências Sociais, o Instituto Superior Técnico e o Centro de Estudos Tropicais para o Desenvolvimento, bem como por grupos sociais, como a União de Mulheres Alternativa e Resposta e a Diáspora das Mulheres Moçambicanas, realiza o Seminário "Mulheres e Água - Controlo e Gestão de Recursos", com o objectivo de promover o debate sobre o acesso equitativo de mulheres e homens à água potável, ao saneamento, à segurança alimentar e sustentabilidade ambiental.

2010-05-14

O que é que apareceu primeiro? A Água ou a Terra?

Hoje, no Diário de Notícias, a partir da revista Science:

Uma equipa de investigadores da Universidade de Manchester (Reino Unido) e do centro de investigação Carnegie Institution, em Washington, descobriu que certos elementos voláteis, como a água, já estavam presentes durante o processo de formação da Terra, que ocorreu 30 a 100 milhões de anos depois da formação do sistema solar.
A descoberta, que é publicada hoje na revista Science (http://www.sciencemag.org/), vem contrariar a ideia que os cientistas tinham até hoje sobre este processo e, sobretudo, põe em causa a teoria de que terão sido os cometas e os asteróides que trouxeram para a Terra esses elementos voláteis, que foram depois essenciais ao desenvolvimento da vida no planeta azul.
Para chegar a esta conclusão, a equipa liderada pela investigadora Maria Schonbachler, da Universidade de Manchester, analisou a abundância de isótopos de prata em rochas, utilizando instrumentos de alta precisão.
Os resultados mostraram que os isótopos daquele elemento relativamente volátil existiam em grande quantidade nas fases finais do processo de formação da Terra.
Esta descoberta reforça uma teoria com 30 anos de existência que sugere que os elementos voláteis já estavam presentes nas fases finais da formação do planeta.
"Agora que sabemos o que aconteceu com os isótopos de prata, podemos pensar que o mesmo sucedeu com outros elementos ainda mais voláteis, como a água", explicou Maria Schonbachler. E sublinhou: "Não precisamos de quaisquer teorias sobre a forma como a água chegou à Terra, como a dos cometas, provavelmente já cá estava desde o início."

2010-04-22

Um Mês com as Águas

Do dia 22 de Março (Dia Mundial da Água) ao dia de hoje, 22 de Abril (Dia Mundial da Terra), há um mês que navegamos ao encontro de todas as águas. Obrigado pelas palavras de felicitações dos seguidores, registados e não registados, de dentro e fora de Portugal. Este espaço é nosso e, tal como as águas, não tem fronteiras.

2010-04-18

Monumentos e Sítios

Imagem: cartaz do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, 2010, IGESPAR

Comemorou-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este ano dedicado a “Património Rural e Paisagens Culturais”, o lema do IGESPAR para assinalar este dia, seguindo a directiva proposta pelo ICOMOS, que elegeu, para 2010, o património associado à actividade agrícola. Este tema tem em conta que esta actividade testemunha, há milénios, a evolução das sociedades humanas, os seus ambientes naturais, as culturas e paisagens, assim como tem conduzido à transformação gradual de espaços naturais e áreas selvagens, através da aplicação de conhecimentos tradicionais e científicos.
Por exemplo, no tema central deste nosso blog, sei que o dia foi particularmente dedicado aos moinhos de água, em Montaria (Viana do Castelo), com caminhada pelas “Paisagens de Água”, a projecção de um filme, a visita ao renovado Moinho da Costa e a abertura do novo Núcleo Museológico dos Moinhos de Água da Montaria. E também em Bemposta (Mogadouro), nos Trilhos do Azeite e do Pão, a visita foi sobre a arquitectura vernacular dos moinhos de água. Em Alvaiázere, houve a recriação de algumas actividades da tradição rural e moagem de cereais no moinho de água do Carregal, excelente exemplar do património molinológico, recentemente recuperado pela Junta da Freguesia de Maçãs de Caminho. Em Celorico da Beira, houve uma visita guiada ao Moinho da Rapa, pequeno núcleo interpretativo que procura dar a conhecer aos seus visitantes as funcionalidades de um moinho de água e a sua importância numa economia rural e agrícola.
Noutros locais e patrimónios, também se esteve em sintonia com a água.
Em Tomar, os Percursos de Água levaram os visitantes ao Aqueduto do Convento e às suas nascentes. Em Coruche, a visita foi pelo Percurso da Água Doce (Anta de Vale Beiró, Anta Grande do Caminho da Fanica e Anta Pequena do Caminho da Fanica). Em Avis, houve o lançamento de um novo percurso de água, 6.º percurso do Roteiro Artístico do concelho. Foram, também, contemplados, como propostas de visita, fontes e bebedouros da vila. E ainda engenhos flutuantes, com base em materiais reciclados, recriando-se alguns objectos que lembram engenhos hídricos ou sistemas que sirvam de apoio à captação de água, flutuação ou submersão. Na Aldeia da Luz (Mourão), o percurso Museu-Terra-Água foi uma visita guiada seguida de um percurso pela envolvente, onde se apreciaram os elementos sobreviventes da paisagem desaparecida e a nova realidade marcada pelo lago de Alqueva, através de um passeio de veleiro. E, em Lisboa, a viagem foi a Alfama, sob o signo da água e do escritor Almeida Garrett. E ainda visitas à Mãe-d’Água das Amoreiras.
Mas, como acontece por vezes ao fim-de-semana, Alcobaça foi o meu (o nosso) destino de hoje, terra de património, ruralidade e união de rios sob o peso majestático do seu Mosteiro. A cidade estava preenchida de jovens, no âmbito da VIII Jornada Diocesana da Juventude, para ouvirem o Cardeal Patriarca, num discurso no antigo refeitório dos Monges. Mas, o que vi sobre aquela comemoração de hoje foi um apontamento, no exterior do Mosteiro, de diversas actividades sócio-educativas, promovidas pelo Serviço Educativo deste monumento, em colaboração com a Quinta Eco-pedagógica “Pequena Terra”. O programa prometia expositores animados com actividades, à volta da agricultura biológica, das energias alternativas, da reciclagem, do Bird Wathching, dos animais de Quinta, passeios de burro, jogos ecológicos e tradicionais.
Pouca participação, nos minutos que por lá passei, mas apesar disso, pelo que sei, mais do que no vizinho concelho das Caldas da Rainha, terra de águas... mornas!
De seguida, espreitei pelos vidros do Armazém das Artes (fechado) e um olhar guloso pela doçaria da Alcoa, para me deliciar, depois, com mais um almoço no restaurante de sempre, o Trindade, que recomendo a quem desconhece.

2010-04-07

Tesouro da Humanidade

Imagem in http://www.cm-tavira.pt/

Abre, hoje, em Tavira a primeira edição da exposição de fotografia ambiental "A Água - Tesouro da Humanidade", uma iniciativa da empresa Águas do Algarve S.A., com o apoio da Câmara Municipal de Tavira, decorrente de um concurso que seleccionou as vencedoras a partir de centenas de fotografias captadas na região algarvia. Esta exposição estará patente ao público até final do mês de Abril, no edifício André Pilate. As imagens seleccionadas podem ser vistas em: http://www.aguasdoalgarve.pt/galeria.php.
Lembro que é em Tavira que existe um Centro Ciência Viva (http://www.tavira.cienciaviva.pt/) para a divulgação científica e tecnológica da água e da energia, numa exposição interactiva onde o visitante pode ficar a saber mais sobre a poluição de cursos de água, a energia hidroeléctrica e a modelação da paisagem pela chuva e pelos rios. Para além desta exposição, os vários espaços onde se desenvolvem actividades e realizam experiências conferem ao Centro uma forte componente prática e experimental.
Um concelho onde a Água é um elemento importante de pedagogia e futuro.

2010-04-02

Pela Água!

Imagem: Logótipo da iniciativa

A campanha mundial Dow Live Earth Run for Water (http://liveearth.org/en/run) é a maior iniciativa da história destinada a solucionar a crise global da água. A organização, a Global Water Challenge, tem como objectivo alertar para a necessidade de racionalizar o consumo deste recurso vital, prevendo que, em 2025, dois terços da população do planeta tenham acesso restrito a esse consumo.
A Dow Earth Run for Water acontece no dia próximo dia 18 de Abril, durante 24 horas, em muitas cidades de todos os continentes do mundo. Os participantes propõem-se andar ou correr cerca de 6 quilómetros, em média a distância que percorrem mulheres e crianças que vivem em locais de escassez para conseguirem o acesso à água potável.
As doações on-line e 10% das inscrições das corridas/caminhadas serão distribuídas para ONG sociais que incrementarão projectos para a preservação da água em todo o mundo. Os eventos contarão, em paralelo, com espectáculos musicais ao vivo e actividades pedagógicas sobre a água. Em Lisboa, a partida será junto da Torre de Belém, percorrendo-se um percurso ao longo do rio Tejo.

2010-03-29

A Fotografia da Água

Imagem: Alqueva, Rui Cunha (http://www.rcl-imagem.pt/)

São centenas e centenas as fotografias dos territórios da Água que o meu amigo e notável fotógrafo Rui Cunha tem no seu espólio. Um projecto a germinar, também com o António Eloy e a Helena Gonçalves Pinto, para além da cuidada produção editorial da Maria João Cunha. É que com gente boa e competente dá gosto partilhar projectos e amizade.

2010-03-22

Água

Imagem: Nascente de água mineral natural (antigo balneário de Unhais da Serra), 2006, Jorge Mangorrinha

O valor universal da água, no que diz respeito à sobrevivência da Humanidade e à importância que tem por exemplo para as questões energéticas e da regeneração do corpo, obriga a que cada um de nós deva tomar esse recurso como finito e se preocupe em preservar as suas qualidades em qualquer das formas de utilização. As cidades que o têm como recurso económico e identitário devem saber potenciá-lo como desenvolvimento, contribuindo assim para o desígnio universal. A realização da Cimeira da Terra, de 1992, no Rio de Janeiro, iniciou um conjunto de acções de sensibilização e educação para a importância dos recursos hídricos. Hoje em dia, persistem situações de grande desigualdade, pobreza, fome e conflito, resultantes da falta de acesso à água potável e ao saneamento básico, que são sem dúvida direitos humanos fundamentais. Numa população mundial de cerca de 6,1 biliões, existem actualmente 1,1 biliões de pessoas sem acesso à água potável e 2,4 biliões sem saneamento básico. Apenas 2,5 % da água do Planeta é potável, uma parte está congelada nos pólos e uma outra parte está armazenada a grandes profundidades. A ONU proclamou os anos de 2005 a 2015 como a Década da Água, de forma a atingir as metas relacionadas com este bem cada vez mais escasso, metas inscritas na Declaração do Milénio emanada da Cimeira de Joanesburgo, de 2002. Estamos, portanto, a meio do caminho. Em particular no termalismo, as políticas de utilização e conservação do recurso aquífero são essenciais para a existência da própria actividade e o maior respeito pelos princípios ecológicos e património associados. Cidades termais, e outras termas, que têm esse precioso recurso natural a brotar no seu território devem protegê-lo como valor ambiental, cultural e de mercado.
22 de Março de 2010, Dia Mundial da Água

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